O primeiro ano de um negócio é onde a maioria morre. Não por acaso, nem por azar. Morre porque nasce frágil e opera como se fosse indestrutível.
O erro mais comum é confundir início com exceção. Muitos empreendedores aceitam prejuízo, desorganização e decisões ruins acreditando que “é só o começo”. O problema é que o começo cria padrão. O que é tolerado no início vira regra depois.
Negócios quebram cedo porque:
- não sabem quanto custa operar
- não controlam fluxo de caixa
- vendem sem margem
- crescem antes de se organizar
No primeiro ano, cada erro pesa mais porque não existe gordura para absorver impacto. Um contrato mal feito, um preço errado ou um custo ignorado pode comprometer meses de operação.
Sobreviver ao primeiro ano não exige genialidade. Exige atenção obsessiva ao básico. Quem ignora isso dificilmente chega ao segundo.
